guidista3

Uma das ferramentas educativas do Guidismo que frequentemente distingue o Movimento como um de educação não formal é o ‘aprender fazendo’. Isto quer dizer que a rapariga faz coisas por ela própria, e para si, não ficando apenas a ouvir alguém ou a observar passivamente como se faz uma coisa.
Fazer algo significa aprender mais depressa e melhor, uma vez que a experiência é pessoal e não em ‘segunda mão’. Implica cometer os seus próprios erros e aprender com eles. Não significa, porém, que a Dirigente não deva supervisionar ou mostrar como algo se faz, mas sim que a Guia deve em seguida tentar fazê-lo por si própria. A Dirigente assume o papel de supervisora ou consultora e não como uma participante de categoria superior.
Sendo assim, as Guias devem, elas próprias, montar a tenda, não se limitando a assistir enquanto a Dirigente ensina como fazê-lo. O mesmo se aplica para a aprendizagem das competências democráticas - estas não devem ser transmitidas através de palestras, mas sim encorajando e apoiando as Guias a organizar o seu trabalho de grupo quotidiano de uma forma democrática.
Aprender fazendo fomenta uma aprendizagem mais rápida e melhor, a iniciativa própria e a criatividade, dado que permite à Guia tentar algo diferente e experimentar novas maneiras de fazer as coisas. Aprender fazendo permite que ela cometa erros num ambiente seguro, e, se as actividades forem repetidas, demonstrar progressos numa competência, que a encorajarão a tentar ir mais além.

Partilhar esta notícia

Queres Ser Guia?

Formulário Queres Ser Guia

O Que Está A Acontecer
WAGGGS

wagggs

Av. Miguel Bombarda Nº 128, R/C Esq. 1050-167 Lisboa   |   Tel.: 217 938 227   |   Fax: 217 938 228   | 
Direitos de autor © 2017 Associação Guias de Portugal. Todos os direitos reservados.