Ter uma filha Guia, porque sim?

Nas Guias ajudamos as crianças e jovens raparigas a desenvolverem plenamente o seu potencial como cidadãs universais responsáveis.

 

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Ajudamos, não o fazemos por elas.

Nas Guias aprendemos fazendo. Isto quer dizer que a rapariga faz coisas por ela própria, e para si, não ficando apenas a ouvir alguém ou a observar passivamente como se faz uma coisa. Fazer algo significa aprender mais depressa e melhor, uma vez que a experiência é pessoal e não em ‘segunda mão’.
Aprender fazendo fomenta a iniciativa própria e a criatividade, dado que permite à Guia tentar algo diferente e experimentar novas maneiras de fazer as coisas. Aprender fazendo permite que ela cometa erros num ambiente seguro, e, se as atividades forem repetidas, demonstrar progressos numa competência, que a encorajarão a tentar ir mais além.

 

Plenamente, mas ao seu próprio ritmo.

Nas Guias apresentamos direções possíveis e áreas a explorar, mas é a Guia que escolhe a sua rota, que percorre de acordo com o seu passo, selecionando atividades, experimentando automotivação e liberdade de escolha. Desta forma, progride individualmente aprendendo também a interagir com êxito como parte de um grupo, desenvolvendo a sua imaginação e criatividade.

 

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O seu potencial, mas integrada numa patrulha.

Nas Guias a rapariga é integrada numa patrulha, no âmbito da qual aprende com outras raparigas da mesma idade, num ambiente familiar e favorável, promovendo o espírito de grupo e a cooperação; desenvolvimento da atribuição, aceitação e partilha de responsabilidades; aquisição de capacidades de liderança; prática de competências democráticas, incluindo formas de tomada de decisão e sua implementação.

Desde o primeiro dia, é chamada a tomar responsabilidade por pequenos aspetos da vida da patrulha e das suas atividades, e, gradualmente, a alargar e aumentar essa responsabilidade.

 

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Cidadãs universais, atentas às realidades globais e locais

Nas Guias procuramos deixar o mundo um melhor do que o encontrámos – assim, nos pediu o nosso fundador, Baden Powell. Nesta tão simples frase se encerra uma grande e desafiante missão na qual todas as Guias são convidadas a participar, por um lado através do seu envolvimento e interesse pelas realidades do mundo, mas também, à sua medida, no contributo ativo em projetos de serviço. O trabalho com a comunidade é um importante meio de educação: estimula o sentido de responsabilidade da Guia perante o mundo em que se insere, proporciona-lhe a oportunidade de conhecer e respeitar diferentes culturas e maneiras de viver e realça a influência positiva que ela, como indivíduo, pode exercer no seu ambiente.

 

Responsáveis, com verdadeiro sentido de compromisso.

Nas Guias, valores como palavra de honra, honestidade, confiança, verdade, lealdade estão expressos nos Princípios e Lei que cada Guia voluntariamente promete cumprir e pelos quais passa a orientar a sua vida.

 

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O acampamento e o ar livre como espaços de aprendizagem.

Nas Guias, o acampamento e o contacto com a natureza são de extrema importância enquanto espaços educativos. Defendia Baden Powell que o acampamento é como “uma escola dos esforços e do desprendimento, nele as Guias aprendem a bastarem-se a elas próprias, suprimindo as carências existentes no campo com os meios que a Natureza oferece e com a técnica que aprenderam”.

Um estudo muito recente realizado pela Universidade de Plymouth [artigo completo aqui] sugere que crianças que acampam ao ar livre têm melhor desempenho escolar, além de serem mais saudáveis e felizes.

Quatro em cada cinco pais inquiridos afirmou que os acampamentos têm um efeito positivo na educação escolar dos seus filhos, 98% indicou que os acampamentos fazem os filhos apreciarem a natureza, 95% respondeu que os filhos ficam mais felizes quando acampam e 93% que o acampamento ajuda no desenvolvimento de competências úteis para a vida adulta. Outros pais indicaram que os filhos ficam menos dependentes de tecnologias como telemóveis e jogos de vídeo e 68% afirmou que os acampamentos ajudam os filhos no processo de aprendizagem em sala de aula. A professora que coordenou o estudo concluiu que “o acampamento ajuda na compreensão do currículo escolar nas matérias de Geografia, História e Ciências porque as atividades mais comuns num acampamento são de contacto puro com a natureza, nas quais as crianças conseguem entender melhor os ecossistemas, respeitando assim o meio ambiente”.

 

 

EU JÁ TENHO UMA FILHA NAS GUIAS...

Impactos partilhados na primeira pessoa.

 

Tornou-se muito responsável. Com quase 16 anos trabalha bem em equipa, tem uma noção do que é justo e sabe defender as suas escolhas. A formação que nós, pais, damos, é auxiliada pela presença das Guias.

Ana Paula Rocha, mãe de uma Guia

 

Tem sido uma caminhada vivida muito intensamente, onde valores como a fé, a amizade, a partilha e a ajuda ao próximo estão sempre presentes.

Sílvia Garriapa, mãe de uma Guia

 

Tenho notado que  elas têm crescido e evoluído com espírito de grupo, são amigas da natureza, colaboram e isso dá-me imensa satisfação porque estão a preparar-se para enfrentar a realidade da vida.

Manuel Cerqueira, pai de duas Guias

 

Serem Guias ajudou-as a adquirir competências de liderança, organização e a desenvolver a criatividade, a entreajuda e o sentido de responsabilidade.

Sofia e José Ferreira, pais de duas Guias

 

 

Quer saber como pode ter uma filha Guia? Contacte-nos por aqui ou por aqui.

 

 

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